Story some em 24 horas, publicação afunda no feed, mas a bio continua lá para todo mundo que chega pelo seu nome. É o ativo mais constante do perfil e quase sempre o mais mal usado.
Este guia é sobre link na bio que converte, e não apenas ocupa espaço.
Um link, não uma lista
Página com oito botões divide a atenção e derruba a conversão. Se o objetivo é assinatura, o link precisa levar direto para a página de vendas do canal, sem escala intermediária.
Cada clique a mais entre a bio e o pagamento derruba uma parte das pessoas. A lista de links faz sentido para quem vende muita coisa diferente, não para quem tem um canal.
O endereço importa
- Curto, porque cabe na bio sem cortar.
- Legível, porque a pessoa entende para onde vai antes de clicar.
- Com o seu nome, porque transmite que é seu e não de uma plataforma qualquer.
Um endereço embaralhado gera desconfiança justamente em quem não te conhece bem, que é exatamente quem você quer converter.
A linha acima do link
O link sozinho não convence. A frase antes dele é o que decide, e precisa dizer o que a pessoa encontra, não o que você é. Trocar a descrição costuma render mais que trocar o link.
Aponte para lá o tempo todo
Story, comentário, resposta de mensagem. O link na bio funciona quando existe um hábito de mandar as pessoas até ele, e não quando espera ser descoberto sozinho.
Cuide da campanha
Se você divulga em mais de um lugar, marque a origem no endereço. Sem isso você não sabe qual esforço traz assinante, e acaba investindo tempo onde ninguém entra.
Meça o caminho todo
Clique na bio é metade da história. O que interessa é quantos desses viram assinante. Se o clique é alto e a assinatura é baixa, o problema está na página de vendas e não no link.
No Canal Privado você monta o seu canal por assinatura no seu nome, define o preço e o acesso é liberado sozinho quando o pagamento entra. Criar não custa nada.
